El Gran Sol Rojo del Amanecer

sábado, 23 de julio de 2016

LUTA POPULAR: Editorial: LA RESISTENCIA NO ES TERRORISMO



¡Resistência Não É Terrorismo!

Desde o fim da II Guerra Mundial, não passou ainda um único dia em que os países imperialistas, vencidos ou vencedores da guerra, sozinhos ou coligados entre si, não tenham promovido novas guerras imperialistas de rapina contra a classe operária e contra os povos explorados e oprimidos do mundo.

Todas as guerras desde então desencadeadas pelo imperialismo e pelo colonialismo na Ásia, em África, no Médio Oriente, na América Latina e mesmo na Europa, desde as guerras da Coreia, da Indochina, do Vietname, do Laos e do Cambodja, até às guerras mais recentes do imperialismo americano, francês e inglês em África, no Oriente Médio e nos Balcãs, todas foram e continuam a ser guerras pelo domínio e pela partilha do mundo em esferas de influência, com vista a apoderar-se das riquezas e matérias-primas dos países invadidos, colocando-os ao serviço exclusivo dos diversos países imperialistas beligerantes.

Todas essas guerras imperialistas foram e são guerras injustas, porque se opõem ao progresso, à independência, ao desenvolvimento económico e ao bem estar dos povos agredidos e visam reforçar a exploração e opressão desses povos pelos imperialismos agressores.

As guerras que os povos explorados e oprimidos movem contra os imperialistas são guerras justas e, mais cedo ou mais tarde, acabarão por triunfar.

Desde que há classes, a história da humanidade é a história da luta de classes e da guerra de classes, até que se estabelecerá a sociedade comunista sem classes.

Todas as guerras contra o imperialismo são guerras justas, guerras de resistência e acabarão por triunfar.

Acontece que os imperialistas promovem, através do seu vasto aparelho ideológico que vai desde as igrejas às universidades e aos órgãos de comunicação social, campanhas ideológicas contínuas, destinadas a fazer passar por justas as guerras dos imperialistas e a fazer passar por injustas as guerras da classe operária e dos povos oprimidos do mundo.

Assim, todos os actos de guerra do imperialismo, desde o emprego de bombas atómicas aos bombardeamentos aéreos das populações indefesas, ou são escondidos dos olhos dos povos do mundo ou considerados justos e até santificados pelas igrejas, enquanto que os actos de resistência dos povos agredidos e oprimidos são apresentados como actos terroristas, e os actos terroristas dos imperialistas contra os povos indefesos são considerados como justos actos de guerra.

Devemos deixar aqui muito bem esclarecido e estabelecido: os actos de resistência dos povos explorados, oprimidos e agredidos não são actos terroristas; são actos legítimos de guerra, sejam praticados na frente de combate, se houver frente de combate, sejam praticados no interior do país imperialista agressor, como sucedeu nos ataques levados a cabo em Nova Iorque e em Washington, em Paris, em Londres, em Madrid ou em qualquer outro lugar onde o imperialismo possa ser atacado pelos povos agredidos, como ocorreu anteontem em Nice.

A resistência dos povos agredidos não é terrorismo! Terrorismo é a guerra cobarde do imperialismo para explorar, oprimir e rapinar os povos do mundo.

A classe operária dos países imperialistas deve opor-se, no interior dos seus próprios países, às guerras movidas pelo imperialismo contra os povos do mundo. A classe operária dos países imperialistas tem o estrito dever de resistir, por todos os meios ao seu alcance, às agressões dos povos do mundo pelo seuimperialismo ou pelo seu capitalismo.
A estratégia do proletariado revolucionário é a de transformar as guerras imperialistas ou colonialistas em guerras civis revolucionárias.

Na época da guerra colonial, os chefes da tropa colonialista portuguesa também consideravam os actos de guerra dos povos das colónias como actos terroristas, e assim os entenderam até serem derrotados na sua prosápia. Mas com essa teoria reaccionária levaram atrás da sua derrota milhares de caixões de soldados portugueses inocentes.

Actos de guerra como os levados a cabo pelos jiadistas franceses em Paris, Bruxelas e Nice, podem ocorrer brevemente em Portugal praticados por jiadistas dos países onde temos tropas portuguesas a atacar povos estrangeiros, designadamente no Afeganistão, no Iraque, no Chade, no Mali, na Somália e na República Centro Africana.

A classe operária portuguesa deve exigir o regresso imediato dessas tropas portuguesas mercenárias aos seus quartéis em Portugal, para evitar qualquer acto de resistência dos povos oprimidos praticados no nosso território.

A classe operária seria uma classe de traidores se não combatesse o imperialismo dominador no seu país e, ainda por cima, achasse que os actos de resistência dos povos oprimidos seriam actos terroristas, como propalam os autoproclamados maoistas de França e da Bélgica.

Portugal deve sair da Nato e as nossas tropas mercenárias devem regressar imediatamente aos seus quartéis em Portugal!


17.07.2016
Arnaldo Matos



LUTA POPULAR: Editorial: NIZA ATAQUE CON CAMIÓN



Nice: Ataque com Camião

Esta noite, em Nice, cidade do Sul da França onde vivem dez mil portugueses, quando os franceses celebravam a Tomada da Bastilha, dia nacional da França, um camião branco, conduzido por um francês de ascendência tunisina, atacou a população que assistia ao fogo de artifício no Passeio dos Ingleses, atropelando-a e disparando sobre ela, provocando 84 mortos e mais de uma centena de feridos, dezoito dos quais ficaram em estado muito grave, segundo informações prestadas pelo ministério público de Paris.

François Hollande, presidente da França, qualificou o acto de terrorista, ameaçou intensificar os bombardeamentos aéreos terroristas sobre a Síria e o Iraque, e prorrogou por mais três meses o estado de emergência decretado na sequência do ataque dos jiadistas franceses a Paris, no dia 13 de Novembro do ano passado…

A gendarmaria francesa, polícia de natureza militar semelhante à guarda republicana portuguesa, tem um efectivo de 105 975 homens e mulheres, enquanto que a polícia nacional, semelhante à polícia de segurança pública em Portugal, reúne um efectivo praticamente igual ao da gendarmaria. Assim, Hollande dispõe de 220 000 agentes para combater aquilo que ele ainda ontem à noite continuava a designar como terrorismo.

Mas 220 000 agentes também não chegam, pois François Hollande, ainda ontem precisamente, ameaçou transferir para o interior de Paris e das cidades mais importantes do Hexágono um novo efectivo de 10 000 soldados do exército de terra, ou seja, da Infantaria. Ora, 230 mil homens e mulheres armados não chegam nem chegarão para calar o que o governo e o presidente da França teimam em designar de terrorismo e de terroristas.

O que é que se passa em França que nos querem esconder, a nós portugueses, cujas forças armadas estão a ser deslocadas, em efectivos de mercenários cada vez mais vastos, para substituir as tropas do imperialismo francês nas suas neo-colónias da África?

Há um ano que François Hollande, tal como os reaccionários maoistas da França, que aqui já denunciei indignadamente, falam de terrorismo, para classificaractos de guerra praticados por franceses, em território francês, e contra forças policiais e militares da França, totalmente ineptos para se lhes opor. E note-se que, desta vez, o Estado Islâmico não reivindicou para si a operação de Nice, que ficará, ao menos por enquanto, como exclusivamente francesa.

Há um ano que os factos têm sobejamente demonstrado a absoluta incapacidade das forças armadas e policiais da França para impedir o sucesso dos franceses nos actos de guerra que têm estado a praticar em França.

Existe em França uma guerra civil larvar, de franceses contra franceses, promovida por elementos do povo francês contra o imperialismo e os imperialistas da França.

Essa guerra civil vai crescer cada vez mais e vai mundializar-se. Hollande e os maoistas franceses chamam-lhe terrorismo. Mas a verdade é que essa guerra é cada vez mais a guerra que os maoistas do Partido Comunista de França (m-l-m) se recusam a reconhecer como a guerra do povo contra a guerra imperialista, guerra imperialista esta que o imperialismo francês levou e leva a cabo em África e no Médio Oriente, e que, quer queiram os maoistas da França quer não queiram, está a chegar a França, ao covil dos imperialistas.

Há em França dois milhões de imigrantes portugueses e seus descendentes. Mais cedo ou mais tarde, de um lado ou do outro, esses dois milhões de portugueses vão estar envolvidos na guerra imperialista, como carne para canhão dos imperialistas franceses, ou na guerra do povo contra a guerra dos imperialistas.

De que lado é que estarão então os maoistas do Partido Comunista de França (marxista-leninista-maoista)? Em Portugal, os seus amiguinhos liquidacionistas já estão do lado do imperialismo francês e das polícias secretas portuguesas… Pobre canalha!

15.07.2016
Arnaldo Matos




PMLI: Sobre la acción militar yihadista cumplida en Niza


L'attacco militare terroristico a Nizza è frutto della guerra imperialista all'Is
No alla militarizzazione dell'Italia. Ritirarsi dalla guerra, lottare per la pace

L'attacco che ha colpito Nizza, in Francia, la notte fra il 14 e il 15 luglio durante le festività per l'anniversario della presa della Bastiglia, ha lasciato 84 morti e numerosi altri feriti. I marxisti-leninisti italiani, da sinceri e coerenti antimperialisti, si stringono al popolo francese fratello, ne condividono il dolore ed esprimono la speranza di una rapida guarigione per chi è rimasto ferito.
Lo Stato Islamico (IS) il 16 luglio ha rivendicato che l'attentatore è un “nostro soldato” che ha “risposto agli appelli a colpire i cittadini degli Stati facenti parte della coalizione che combatte lo Stato Islamico”. Resta da capire se l'attacco sia stato effettivamente coordinato dall'IS, o se il 31enne tunisino abbia agito per conto suo con altri complici, magari influenzato anche dalla situazione terribile che esiste in Francia per quanto riguarda la ghettizzazione sociale e culturale degli arabi e dei musulmani che vivono o sono addirittura nati in quel Paese.
Hollande e Valls, prima ancora di accertare il coinvolgimento dell'IS, non hanno perso tempo per strumentalizzare l'ennesima tragedia per prospettare un'intensificazione della guerra allo Stato Islamico. Hanno inoltre deciso di militarizzare le città ed estendere lo stato d'emergenza, atti che potrebbero colpire anche i coraggiosi lavoratori francesi in lotta per affossare la Loi Travail (il “Jobs act” d'Oltralpe). Infatti puntualmente gli aerei dell'imperialismo francese hanno ripreso i bombardamenti in Siria e Iraq, secondo quanto comunicato dal ministro della Difesa, pardon della guerra, Le Drian. Una nuova escalation approvata anche dall'Ue e dagli Usa: le due potenze imperialiste, rispettivamente tramite la rappresentante per gli esteri Mogherini e il segretario di Stato Kerry, hanno infatti stabilito di “rafforzare la nostra cooperazione nell'antiterrorismo”. Ma la soluzione scelta dai leader imperialisti europei e americani e francesi, raccolta anche dalla ministra della Difesa guerrafondaia Pinotti parlando di “non fermarci mai fino a quando non avremo sconfitto questi terribili assassini”, non farebbe che peggiorare ulteriormente la situazione.

Responsabilità e conseguenze della guerra imperialista
Noi marxisti-leninisti italiani non vogliamo che queste stragi si ripetano, in Europa come in Medio Oriente e in qualsiasi altra parte del mondo. Proprio per questo, non possiamo esimerci dal nostro dovere antimperialista di puntare ancora una volta il dito sulle vere radici di questo conflitto. La paura e l'orrore non devono farci cadere in balia dei governanti imperialisti dei Paesi europei, i quali risponderebbero e hanno effettivamente risposto a questo attacco con nuovi e più pesanti bombardamenti, cioè aggravando e perpetuando questa situazione, visto che la strage di Nizza si configura come l'ennesima sanguinosa conseguenza della guerra imperialista contro l'IS, come tra l'altro si capisce dai comunicati di quest'ultimo.
Quello che i media e i politicanti borghesi dell'Europa non dicono è che è in corso una guerra, dichiarata non dall'IS ma dagli Stati europei imperialisti, Francia in testa, la quale da oltre vent'anni sta devastando il Medio Oriente e i suoi popoli, dove intere generazioni sono nate e vissute nelle condizioni di questa guerra. Non siamo in presenza di un gruppo terroristico che odia lo “stile di vita occidentale”, ma di uno Stato che, sotto attacco e perdendo territori, resiste con questi atti di guerra terroristici non avendo a disposizione i cacciabombardieri che lo bombardano pressoché quotidianamente. Non di un mostro sorto dal nulla contro i “valori occidentali” di “libertà” e “democrazia”, ma l'inevitabile conseguenza di anni e anni di guerre, bombardamenti, distruzioni e massacri compiuti dall'imperialismo in Medio Oriente. Gli imperialisti hanno infiammato l'intera regione e portato fette sempre più ampie dei popoli locali e degli arabi e musulmani che vivono in Europa a unirsi alla resistenza armata, resistenza di cui è parte anche l'IS, piaccia o no, come conseguenza della complessa situazione sociale e culturale esistente in quei territori. Ciò non significa giustificare questo genere di attacchi ma contestualizzarli all'interno della terribile spirale guerra imperialista-attacchi terroristi, dove barbarie genera barbarie, in un conflitto distruttivo che pare senza fine e senza soluzione se non se ne capiscono le origini. In realtà questa soluzione c'è: mettere fine alla guerra ultraventennale condotta dagli Stati imperialisti contro i popoli arabi, oggi contro l'IS, pur non avendo il minimo diritto di ingerirsi negli affari di quei popoli e quegli Stati. Una guerra dalla quale hanno da guadagnare solo e soltanto i grandi capitalisti, i fabbricanti e i commercianti di armi nostrani, a spese dei popoli arabi ed europei; davanti ai loro interessi, anche i cosiddetti ideali di “democrazia” e “libertà”, tanto sbandierati quando si tratta di fare la guerra, cedono il passo.
Va tra l'altro rimarcata la parzialità della maggior parte dei mass media, che spesso ignorano o sminuiscono le stragi nei Paesi arabi aggrediti a causa dei bombardamenti imperialisti, come si trattasse di morti di serie B, peraltro confondendo le idee alle masse su ciò che avviene e quindi sulle cause reali di attacchi militari terroristici come quello di Nizza.
Quei numeri sui morti in Medio Oriente sotto i bombardamenti che i nostri media ci riferiscono quasi come fossero semplici statistiche matematiche, fredde e lontane, sono in realtà tragedie che sconvolgono i popoli arabi tanto quanto la strage di Nizza ha sconvolto i popoli europei. Tragedie che infine hanno prodotto l'IS, il quale usa gli stessi metodi contro gli Stati imperialisti aggressori. Tali metodi ovviamente non sono condivisibili, visto che colpiscono i civili innocenti, ma questo non cambia il fatto oggettivo, cioè che sono una reazione alla guerra imperialista. Di conseguenza mettere fine alla barbarie imperialista, cessare i bombardamenti e aprire trattative con tutte le parti in causa, IS compreso, servirebbe a mettere fine anche a questa barbarie che ora sta mietendo tante vite anche fra i popoli europei.

Battiamoci perché l'Italia si ritiri dalla guerra
La strage di Nizza pertanto inchioda i governanti degli Stati imperialisti alle loro responsabilità, poiché spetterebbe a loro cessare immediatamente il conflitto se gli interessasse veramente il benessere dei loro popoli, ora esposti alla minaccia del contrattacco terroristico. Ma se i governi non hanno intenzione di farlo, sta ai popoli stessi scendere in campo e lottare per la pace e per costringerli, innanzitutto rifiutandosi di appoggiare la loro guerra e di unirsi al coro bellicoso dell'“unità nazionale” per la “guerra al terrorismo”.
È urgente e imperativo battersi perché l'Italia si tiri fuori da questa guerra, ritirandosi dai teatri di guerra dove è presente, in particolare in Iraq e Afghanistan, e rinunciando a ogni intervento in Libia o altrove, per evitare che tali ritorsioni si abbattano anche sul nostro popolo. Dobbiamo opporci alla linea del governo Renzi, i cui rappresentanti non si risparmiano negli appelli alla “coesione nazionale” nella “lotta al terrorismo”: Alfano alla conferenza stampa del 15 luglio, ha annunciato l'intenzione di militarizzare il Paese inasprendo i controlli polizieschi, i fermi e le espulsioni, ricorrendo alle forze armate, allertando i confini, aumentando i “controlli sul web” e incaricando i prefetti di condurre “controlli” capillari sul territorio; tutte misure da regime di polizia assolutamente inutili per lo scopo ufficiale, cioè prevenire il terrorismo. Poco dopo, alla conferenza dei capigruppo del 18 luglio (che peraltro ha deciso di monitorare e schedare i musulmani in Italia), Renzi ha chiesto ai partiti del parlamento scodinzolanti, M5S compreso, di compattarsi attorno al governo in nome della “lotta al terrorismo” e della “sicurezza”; retorica e azioni che, oltre a mettere a repentaglio l'incolumità e i diritti democratici del nostro popolo, favorisce la tenuta del nuovo duce. Tra l'altro la Boschi ha raschiato il fondo dell'indecenza politica, se non dello sciacallaggio vero e proprio, collegando la controriforma piduista e fascista della Costituzione alla difesa dagli attentati terroristici.
È però ancora più grave che la CGIL sia stata messa a disposizione del capitalismo italiano, del governo e della sua politica di guerra: è questo il senso della lettera della Camusso alle iscritte e agli iscritti del 15 luglio in difesa dei “principi e valori” di “democrazia e libertà” del nostro Paese e dell'Europa, dando credito alle belle quanto fasulle parole dietro cui i governanti imperialisti nascondono la nuova pioggia di bombe sulla Siria e l'Iraq. Spetterebbe anche alla CGIL, insieme alle altre forze politiche, sociali, culturali e religiose amanti della pace, fare la propria parte per lanciare un grande movimento contro la guerra, per non parlare poi del ruolo che potrebbe avere nello smascherare gli enormi interessi del capitalismo italiano nella possibile avventura neocolonialista in Libia; invece il vertice camussiano, debole e sonnolento quando si tratta di portare avanti le lotte dei lavoratori, non ha perso tempo a dimostrarsi disponibile e affidabile al governo. C'è davvero da sperare che le lavoratrici e i lavoratori antimperialisti che fanno parte della CGIL respingeranno l'appello.
Far uscire l'Italia dalla guerra è l'unico modo per far uscire la guerra dall'Italia. Questa, non la militarizzazione, l'estensione dei servizi segreti e il restringimento delle libertà, è l'unica “prevenzione” veramente efficace. Per evitare le inevitabili ritorsioni militari terroristiche da parte dell'Is.

(Articolo de “Il Bolscevico”, organo del PMLI, n. 30/2016)


martes, 12 de julio de 2016

lunes, 11 de julio de 2016

Se pone de manifiesto la colusión real existente entre las Superpotencias imperialistas


SE INTENSIFICAN LOS COMBATES ENTRE LA SAGRADA ALIANZA IMPERIALISTA Y LOS COMBATIENTES DEL EI

Cómo se ha hecho evidente,  USA y Rusia, la que ahora abiertamente se suma la China Socialimperialista, han dado vida a una Santa Alianza de las Superpotencias imperialistas para enfrentar a los pueblos oprimidos, Estados nacionales que defienden su propio territorio y soberanía nacional, y, a los creciente y cada vez más poderosos movimientos antiimperialista que dirigen guerras de resistencia nacional a su política de agresión y guerras recolonizadoras. En ellas han repartidos tareas y dividido al planeta en áreas particulares sujeta a sus libres agresiones armadas y a sus violencias terroristas.

Para lograr eso, sus fines de sojuzgamiento y dominación, cada una de ellas forjan Coaliciones secundarias a las que arrastran a potencias imperialistas colonizadoras venidas a menos y toda una estela de Estados clientelares y semicoloniales. Coaliciones imperialistas, ya rivales ya “asociadas”, tras las cuales no puede no expresarse las contradicciones interiimperialistas y la conflictuidad entre los grandes monopolios transnacionales, pero sujetas a las banderas nacionales y los particulares intereses geoeconómicos del respectivo Estado nacional imperialista.

Hemos dicho que, hoy, se ha puesto en evidencia eso. Tomando, por ejemplo emblemático, el Medio Oriente y el Magreb, en general, y Siria e Irak en particular. En la cual cada una de ellas, en particular, en el proceso de mordisquear y tragar pedazos territoriales ya ocupados por pueblos y nacionalidades organizadas estatalmente, rivalizan entre sí en los aspectos particulares, pero comprometidas de hecho o de “derecho” en sostener la unidad y la solidaridad interiimperialista en general. En ello, el aspecto unidad, coluidad, identidad en intereses generales, circunstancialmente, cumple ya o un carácter absoluto, principal, o ya un carácter relativo, secundario. Como nos ha enseñada el Presidente Mao, la Unidad es relativa y la lucha entre ellos absoluta. Dependiendo eso, además de lugar y tiempo, de la fortaleza económica-financiera y de la capacidad militar, de conquistar o defender el puesto logrado en la mesa de banquete. Pero no todo. También juega un importantísimo papel, ello, la incidencia activa de las masas populares levantadas en armas para la defensa de su integridad territorial y su independencia nacional, en los países oprimidos y victimados, así como aquella resistencia de masas del proletariado y masas populares del país imperialista agresor en búsqueda de la derrota del mismo y el triunfo del  país o países agredidos y por el logro de su independencia nacional.

En estos momentos, 10 de julio de 2016, lo que los “submarinos” nos han estado presentando la rivalidad en el estilo de hacer la guerra de agresión contra el Estado Islámico, presentado como diferencia cualitativa entre el imperialismo bueno y el imperialismo malo y, por ende, la rivalidad entre ellos en cuanto a visión general, estilo y método de hacer la guerra en Siria, más allá de la no unidad en el ataque entre los ejércitos ruso y estadounidense, precisamente, ahora, si están dando muestras de la colusión de los mismos en Aleppo y Manbij.


De seguido una información al respecto y dos vídeos que lo ilustran.




Intensos combates en Aleppo y Manbij con bombardeos rusos y estadounidenses masivos
10 de julio a 12:29

Se ha informado acerca de las feroces batallas por el control de la base en Millyahe y de  Castello. El comando de Al Nusrah  anunció que el camino hacia Castello fue tomado bajo control por las fuerzas del gobierno, y que está rodeado de Alepo. Sin embargo las fuentes de comandos de Fatah Jaish reportaron una contraofensiva exitosa y empujaron a los infieles fuera de la carretera de importancia estratégica.

Rusia activamente bombardeo de Alepo con bombas de racimo, golpeando los barrios residenciales, escuelas, bazares, mezquitas y hospitales.

Durante los tres días de Eid al-Fitr en Alepo Rusia mató a 155 personas, de las cuales más de 70 niños. Cientos resultaron heridas.







Según fuentes locales, los intensos combates continúan. Aviones rusos bombardearon casi continuamente la posición de los muyahidines.

De acuerdo con informes recientes Mujahideen Dzhabhat Nusra pasó 3 ataque de martirio en el distrito de Castello y Millyahe, lo que socavó la posición de los infieles. El enemigo sufrió grandes pérdidas.

También informó el envío de refuerzos Jaish Fatah en una zona de guerra. Durante una de sus homólogos de la katiib islámica Estados logrado noquear nuseyriktov, iraníes y militantes "hezboly" en algunas zonas de Millyahe delante. Las batallas son en el área de al-Haldia.

Mientras tanto, aviones estadounidenses bombardearon ferozmente Manbij (bajo la supervisión de la IG), para ayudar en el ataque comunistas kurdos VIDEO .

Departamento de Supervisión de
kavkazcenter

Publicado por AGENCIA KALI YUGA



SIRIA: helicóptero ruso derribado en Palmira

http://agenciainformativakaliyuga.blogspot.com/2016/07/siria-helicoptero-ruso-abatido-en.html


domingo, 10 de julio de 2016

MAR ARMADO DE MASAS: ¡VIVA EL VICTORIOSO 36 ANIVERSARIO DE LA PUJANTE G...

MAR ARMADO DE MASAS: ¡VIVA EL VICTORIOSO 36 ANIVERSARIO DE LA PUJANTE G...: ¡Proletarios de todos los países, uníos! ...

proletari comunisti: pc 10 luglio - Dacca-Bangladesh imperialismo e ter...

proletari comunisti: pc 10 luglio - Dacca-Bangladesh imperialismo e ter...: Bangla Desh - Dhaka - 'terrorism' and imperialism PCm Italy Nota de ODC: A continuación traducción a castell...

URUGUAY: UNIDAD POPULAR: Ni con USA ni con China



No al Tratado de Libro Comercio: ni con Estados Unidos ni con China

Unidad Popular es una coalición de partidos políticos uruguayos fundada en el año 2013, como desgajamiento del Frente Amplio Uruguayo de Tabare y Mújica, al que consideran que ha traicionado los intereses del pueblo y las esperanzas transformadoras de sus votantes, poniéndose, al contrario, al servicio de los intereses del capital.


De Unidad Popular forman parte numerosas agrupaciones como Asamblea Popular, Movimiento 26 de Marzo, Partido Comunista Revolucionario, Movimiento de Defensa de los Jubilados, Movimiento Avanzar, Partido Humanista, Agrupación Nacional ProUNIR, Partido Bolchevique del Uruguay, Refundación Comunista, Intransigencia Socialista y Partido Obrero y Campesino del Uruguay (POyCU).

En una reciente declaración, han anunciado su oposición a los intentos de realizar un Tratado de Libre Comercio con China por parte del Mercosur, que está siendo impulsado por gobiernos de la región, incluyendo el gobierno proimperialista de Tabaré Vázquez,  y rechazan cualquier acuerdo de comercio con ninguna potencia imperialista, ni con Estados Unidos ni con China:





La Unidad Popular ha rechazado firmemente las iniciativas de Tratados de Libre Comercio entre el Mercosur y los EE.UU, con la Unión Europea, el vigente con Israel y rechaza también el actual proyecto en el que ya trabaja el gobierno proimperialista del Frente Amplio y su cancillería, de un TLC Mercosur-China.
Consideramos que la actual crisis económica internacional que golpea a las economías de la región y que día a día se agrava en nuestro país, con el sector productivo prácticamente en recesión y en el que está en curso un ajuste fiscal cruel contra los trabajadores y el pueblo, es fruto de la dependencia, de la sujeción a la división internacional imperialista-capitalista y del avance permanente de la apertura de nuestra economía.
Con los monocultivos de soja transgénica y el forestal se depredan los recursos naturales, la tierra, el agua y el medioambiente en general, y se reprimariza la economía, que queda en manos de grandes monopolios y grupos financieros y se desplaza a la pequeña y mediana producción agraria. Estos productos citados, junto a la carne, la lana y a inversiones en logística, son los que interesan principalmente a China, hoy una de las grandes potencias industriales del mundo, y mal llamada el “principal socio comercial del país”.
No hay salida a favor de la mayoría de nuestro pueblo sin defender con firmeza nuestros recursos naturales y sin proteger la industria nacional, la que estaría inerme ante el ingreso con mayores ventajas arancelarias de la producción industrial de dicho país. Muestra de ello son las compras realizadas recientemente a China, por parte del gobierno actual, de vestimenta y calzado para las FF.AA, y sobres de dormir para la Policía, en un contexto donde además de las condiciones para producirlos por parte de la industria nacional, está la necesidad de hacerlo en un momento recesivo

!NO A LOS TLC CON LAS GRANDES POTENCIAS!
¡SI A LA DEFENSA DE LA INDUSTRIA NACIONAL Y LA PEQUEÑA Y MEDIANA PRODUCCIÓN AGRARIA!

UNIDAD POPULAR –AP


Publicado por Cuestionatelotodo

Un obsequio de un dilecto compañero que vale la pena volver a ver

sábado, 9 de julio de 2016

Una colaboración desde Brasil: SOLIDARIDAD CON MIKA JOHNSON

UN HÉROE DEL PUEBLO


Me siento extremadamente feliz y complacido por un negro americano que ha tomado en su corazón el dolor de su pueblo y sacrificó su propia vida, a fin de devolver a la amerikkka todo el dolor y el odio que los negros rehenes de ese país sienten todos los días, semanas, meses, años - ininterrumpidamente. El Justiciador Micah Xavier Johnson vive en cada uno de nosotros, no sólo en los negros rehenes de América. Su memoria será reverenciada como la de un hombre cuya vida fue sacrificada en un heroico acto de guerra contra el racismo y contra el fascismo policiaco yanqui. Sin rendirse, sin tambalearse y sin retroceder, el compañero micah x. Johnson derribó cinco fascistas uniformados al servicio del estado racial americano, siendo asesinado por una bomba enviada por un dispositivo remoto de la policía!

¡Viva Micah Johnson! ¡Es justo rebelarse!

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Datos personales

periodista obrero. Comunista (marxista-leninista). Antiimperialista, anticapitalista y antimilitarista.